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terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Fuck Music


Bem, precisei pesquisar de novo.
Não sabia que existia essa coisa de música para fazer sexo. Nunca pensei em trilha sonora para transar. Embora eu entenda que algumas músicas nos fazem pensar, se não em sexo, pelo menos em prostíbulos. Tem uma música francesa, "Je´taime moi non plus" (Já taquei mas não pus), que é a cara de puteiro.
Na minha pesquisa, descobri que antigamente essas músicas eram chamadas de "Musica para namorar" ou "Música erótica".
Pra mim cabem interpretações:

Fuck Music é feita assim!
1)- Música erótica deve ser aquele tipo de música que fala de sacanagem. Nesse caso, eu acho que o Falcão tem o exemplo perfeito, na obra-prima da macheza brega, "Concerto em qualquer tom para triângulo e Roe-Roe". Além dele, tem o pessoal do grupo Velhas Virgens, que só faz música de macho. Eles tem um blues-rock-pós-moderno-macho-pra-caralho chamado "Abre essas pernas" que é exatamente a música erótica que macho gosta de ouvir.



Nem importa a música delas. Isso é Fuck, Music!


2)- Música pra namorar é qualquer coisa que não atrapalhe o ritmo. Sei que tem mulher que se impressiona por letra de música, então aquelas canções babonas, com mensagens feitas pra amolecer mulher, são sempre uma boa ideia, ainda mais se o cara não estiver muito confiante no próprio taco. 
Nesse caso, devo sugerir músicas do Chico Buarque, Fagner e Wando (tá, não gosto do Wando, mas a despeito de ele ser mais feio que o primo feio do capeta e mais escroto que o fantasma do Tim Maia, as mulheres jogam calcinhas nele durante os shows, então alguma coisa certa ele está falando).

Jeito certo de ouvir música para transar.


3)- Fuck Music ou Música para Transar (Ta certo, "fuck" não  é "transar", mas eu prefiro evitar os palavrões sempre que possível) é um conceito novo pra mim. Nunca pensei em música tema para sexo, quando muito eu tinha trilha sonora, e isso era o motor do carro, o barulho do trem de ferro, ou aquele ruido estranho que se pode ouvir dentro dos banheiros de aviões.

É isso aí! Fuck and Music!!


Em moteis, as trilhas sonoras nunca variam, tem uma música desconhecida e eletrônica, coberta pelos gemidos das gostosas nos filmes de sacanagem que passam pra sempre por lá.
Estou sempre mais interessado no barulho que a vadia faz quando está em baixo de mim  do que qualquer ruido externo.
Para mim, "Fuck Music" era a definição exata do Axé, Pagode,Calipso, Sertaneja, e por assimilação, Funk. Quando eu ouvi a expressão Fuck Music, meu cérebro poliglota e poliletrado traduziu (acertadamente) como "Uma porra de música", o que fazia todo sentido para mim.

O Ministério da Saúde adverte: Música Sertaneja faz mal até para os morto-vivos!


Agora, para minha surpresa, descubro que usam essa expressão para representar as músicas para se ouvir quando se transa. Se essa nova definição é válida, e estando minha tradução correta, não tem como essas porcarias serem música para transar.
Quero dizer, quem é o demente que usaria um axé ou uma sertaneja para transar? Afinal, são ritmos reconhecidamente brochantes!
Olha, eu até entendo que alguns ritmos medonhentos podem fazer a mulher ficar ensandecida e devassa. Veja o caso daquela professora que, ao dançar funk, endoideceu a cabeça completamente, ficando pronta para o abate selvagem.

Lady Gaga Fucking the Music (Mas da um caldo)


Por outro lado músicas como o tal do "Créu", embora produzam uns efeitos visuais legais, coloquem umas mulheres gostosas (as vezes até um pouco passadas, de tão gostosas) pra chacoalhar o bundão, na verdade não são músicas que estimulem nossa vontade ou apetite. Dá vontade é de arrastar a delícia pra longe daquele som infernal e aí sim, dar um créu nela, qualquer velocidade tá valendo.
Acho que o lance do Fuck Music é só um erro de estrutura na frase.
O lance é que, se você estiver com uma vagabunda boa, que sabe fazer o negócio, que se Fuck a Music, o que importa mesmo é a dança!

Vai, gata, segura minha flauta e toca a minha tuba!!



Fuck Music pra tirar a cobra do cesto

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