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quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Transa Casual: Prós e Contras

 

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Mas existe outro tipo?

Quero dizer, se não for casual não é transa, é casamento!

De qualquer maneira, por definição, transa casual é aquela que você consegue se dar bem sem muito esforço e sem responsabilidade posterior. Aliás, como deveria ser mesmo.

bonobo A transa casual se divide em vários tipos. Tem a transa casual mágica, conhecida por todos, que é aquela na qual você dá uma boa transadinha e depois some.

Tem a Transa Casual do Pescador, onde você entra com a vara, ela entra com o poço, e quando acaba deixa a tralha na beira do rio e não leva nada para casa.

A Transa do Peão de Boiadeiro, onde você sobe na vaca por uns 8 segundos e depois vai montar em outras.

São milhares, mas o grande lance é não permitir que uma transa casual sesexo_ao_ar_livre torne mais do que isso. É casual, mantenha assim!

Mulheres tem uma falha comportamental estranha, na qual elas acham que  só porque transaram com a gente, precisamos ligar no dia seguinte. Esse desvio vem de uma insegurança natural delas, aliada ao fato de que, quando fazemos bem feito, deixamos saudades. Por causa disso, a Transa Casual não é muito bem vista pela mulherada.

Mas assim, não é bem vista, mas elas gostam!!! Se divertem mais que a gente, mas depois negam, que é pra não “pegar mal”…

E, já que temos que classificar, vamos lá.

Na área dos prós:

O exercício da liberdade natural que Deus nos deu. Pegou, comeu, largou. Para mim, essa atitude representa a perfeição no sexo.

Não precisar lembrar o nome dela no dia seguinte (porque não vai haver dia seguinte!).

Não ter que levar em casa depois do ato de amor (porque a gente vira as costas e cai fora. Na pior das hipóteses, dá umas 5 pilas pra ela pegar um moto-táxi).

Poder detonar toda a comida da geladeira dela (Se ela for inocente ao ponto de leva-lo pra casa).

Arrotar e peidar na frente dela tá valendo, nunca mais vai ver a mocreia mesmo!

sexo_dos_elefante É econômico, já que você não precisa gastar grana com camisinha. Afinal, ela é a parte preocupada, é ela que tem que arcar com a despesa. Ou ela acha que você vai dar nome para um rebento dela?

É desestressante, porque depois da transa, quando ela começar a falar dos problemas pessoais dela (e ela VAI falar!), você apenas diz “_Ah, tá.” e vai embora.

Mas, é claro, tem também os contras.

Transa Casual no trabalho é péssimo, porque o pessoal comenta e você não pega mais ninguém. Essa regra também vale para bailes de formatura. (Tá, com algum investimento, pode-se até conseguir outras no mesmo ambiente, mas depois da primeira, aquela noite está perdida)

11052637_galTransas Casuais tendem a permitir que as mulheres tenham a errônea ideia que nós não as levamos a sério. Então, as solitárias são sempre as melhores opções em locais com grande aglomeração de pessoas. A desvantagem é que as solitárias são sempre as mais feinhas.

Algumas mulheres gostam de dizer que preferem Transas Casuais. Evite essas! São mulheres que não pegam ninguém a muito tempo, normalmente já bem usadas, feias e no declínio da vida útil. Elas pegam no pé e o que deveria ser uma casualidade se torna um pesadelo sem fim.

Claro, as Transas Casuais tem a desvantagem de sempre nos revelarem a verdadeira cara da mulher. E você ali, inocente, achando que ela era para casar…

Então, como mulheres são naturalmente grudentas e tem a habilidade de transformar uma boa, selvagem e simples transadinha num horripilante início de namoro, é sempre recomendável que se procure por Transas Casuais longe de sua casa, preferencialmente em outro bairro ou cidade.

 

P.S. Vocês notaram o tamanho da jeba do elefante naquela foto ali em cima? Parece outra tromba! Isso nos obriga a reavaliar o quão horrível poderia ter sido aquela “trombada” no trânsito.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Transa Casual


Sexo casual (para lésbicas)





Esses dias eu estava olhando "umas fotinhas" que haviam chegado no meu e-mail e minha doce vovozinha passou atrás de mim.
A velha que enxerga bastante bem, perguntou disfarçadamente do que se tratava.


-Vovó, é uma suruba.... Várias pessoas fazendo sexo! Eu imagino que esses dois homens encontraram essas moças em uma festa... e eles resolveram ir a um motel transar e tirar umas fotos.

Minha avó que não é tão moderninha, quanto à "vovó das havaianas", não conteve a sua curiosidade e pediu pra que eu mostrasse as fotos.
Ao invés de tratar aquilo com naturalidade, ela ficou narrando e a cada imagem que eu mostrava, me pedia uma explicação.
Tudo ía indo muito bem, até a hora em que apareceu uma foto onde uma das moças tava com a "boca na botija" da outra.




- O que é isso, minha filha??

(... Um minuto de silêncio.)

- Vovó, a mulher está fazendo sexo oral na outra.

-Meu Deus do céu! E isso existe?? O mundo está acabando minha fillha... Está vendo? Por isso eu rezo todos os dias pra você encontrar um homem de Deus (tadinha da vovó, tão inocente!). Olha isso? É o apocalipse!

E saiu pro quarto, ajoelhou no pé da santinha dela e rezou todo o rosário.


Sexo casual é a coisa mais natural que existe. Minha avó acha que no tempo dela, as pessoas só transavam para fins reprodutivos!
Mas ela está enganada.
Putaria, sacanagem, homossexualismo, são coisas que vem desde o princípio da vida.
A diferença é que antes as pessoas se preocupavam em fazer escondido e hoje não!

Você pode encontrar seu par para uma transa eventual em qualquer lugar: na faculdade, num bar, no shopping, no cinema, numa balada....
Vai depender muito da sua predisposição a tentar seduzir uma gata ou de aceitar uma cantada inesperada.
Mas lembre-se: Nada de sair atirando pra tudo quanto é lado. Você é lésbica e lésbicas sempre correm mais riscos de serem mal interpretadas!
Não vai dar em cima das amigas da mamãe, ou da mocinha que segura a cestinha do ofertório na missa de domingo!

Agora suponha que você tá numa fossa danada e quer dar uma relaxada, conhecer gente nova e quem sabe até renovar sua agenda telefônica.
Dá um up no cabelão, faz as unhas, compra uma roupa nova, convida um amigo gay (andar na companhia de um gay sinaliza que você é "moderna", eles são muito mais divertidos e não tentam furar-seu-olho) e cai na balada hétero. 


Hétero?
Claro que sim!
Me diz qual é a graça de ir pro meio das coleguinhas e transar com uma delas?
Todo mundo sabe que é o maior "tiro n'água" pegar todo mundo da roda.
O meio lésbico costuma ser muito fechado, então todas sabem quem pegou quem.
Portanto não vale ficar queimando cartucho a toa.




As beldades-héteros-modernas, costumam ficar mais soltinhas após as três da manhã e é claro... depois de uns drinks a mais.
Observe bem o território e comece a analisar as que estão "mais felizes" e solteiras. 



Geralmente, elas sinalizam que estão afim: começam a te encarar, seguem toda vez que você vai ao banheiro, quando você está no balcão elas encostam e ficam "se passando" que nem uma gatinha no cio.
Quando for assim, é batata!

Se rolar sexo entre vocês, no dia seguinte podem acontecer duas coisas:



1º Ela é realmente moderna e não vai se importar de acordar ao seu lado. Vocês tomam café-da-manhã. Você trata a gata maravilhosamente bem (porque se não rolar outra vez, você ganhou uma amiga e ela sempre vai lembrar com carinho da noite que tiveram) e deixa ela em casa. 


2º Ela é enrustida e leva o maior susto de manhã (pra evitar isso, tente não pegar as excessivamente-bêbadas, lembre-se que álcool dá coragem até pra quem não tem) e pode ser que ela queira ir embora correndo, ou em alguns casos extremos comece a chorar. Você terá que manter a linha diplomática e fazer com que ela se acalme. Diga que não tem interesse algum em que as pessoas fiquem sabendo e depois deixe a Madalena-arrependida em casa ou chame um táxi.

Suponhamos agora, que você não tá afim de sexo. Você quer mesmo é sair com suas amigas, tomar uma bebidinha e ver o movimento.
Você se arruma de acordo com a ocasião e se joga.
Tem dez minutos que a festa tá rolando e quem você enxerga:
Aquela sua ex mala, que não pode te ver na rua e já vem louca querendo um flash back?
A sapatossaura-rex que é louca pra te pegar desprevenida e dar um créu em você?
Uma biscatona que já catou todo mundo da roda e agora só falta te catar?
Aquela garota que todo mundo sabe que adora dar o boa-noite-cinderela e limpar as carteiras das moças?


Os perigos não estão presentes somente no meio hétero, ou somente no meio gay.
É muito importante que você saiba identificar certos riscos, antes de se meter em uma roubada.
Bebida alcoólica em excesso costuma comprometer sua seletividade.
A sua ex mala vai se tornar interessante de uma hora pra outra, a sapatossaura-rex, de repente vai ficar gatíssima e feminina...
A biscatona vai virar a Virgem Maria e a chance da pilantrona conseguir de aplicar o boa-noite-cinderela vai ser muito maior e a sua noitada vai sair muito cara.

Tente se lembrar daquele episódio em que você estava numa festa e aquela gata que você observa há tempos, chega pra conversar.
Ela abre a boca e putz. Está tão chapada que o encanto acabou!
Às vezes ela é até gente boa, mas naquela noite específica ela meteu o pé no balde, deu em cima até da tia que limpa o banheiro e é casada com o seu Zé da Portaria.




Viu como é desagradável?
Por isso, evitando esses excessos, você vai conseguir detectar quem são as meninas que você pode abordar e até quem sabe, rolar um sexo legal mais tarde....
Um rolo mais sério...

Transas eventuais acontecem mais do que podemos imaginar.
Nada impede que eu saia pra balada... tome umas quatro taças de champagne.
Pegue uma garota, e leve pra um motel... ou pro meu apê, quem sabe.
Mas isso jamais pode virar um hábito.
Em uma dessas, você pode adiquirir uma doença sexualmente transmissível e é aí que a coisa pega!

Por isso é que eu defendo a idéia de que devemos ter uma parceira fixa.
Nós, mulheres não temos muitos meios pra nos prevenir de surpresas desagradáveis...
Não somos como os homens que tem a camisinha como grande aliado.
As trocas de fluidos que existem no sexo lésbico, são uma grande fonte de transmissão de doenças sexuais.



Se eu masturbo minha parceira e depois me masturbo, corro riscos...



Se eu chupo.. se eu penetro... se eu literalmente "colo o velcro", estou correndo riscos.
Quem pensa que as lésbicas estão livres desse tipo de coisa, está muito enganado.

Quando você tá na night não tem como sair fazendo questionário com as garotas, mas tem como sacar o papo, analisar a situação...



E procurem conhecer o território antes de atacar.
Se na hora do vuco-vuco você perceber que o cheiro lá embaixo não tá dos melhores, é hora de "dar tchau"
Se vira.
Pula fora, que "é fria"!
Não vai querer dar uma de super-heroína e encarar por amor à pátria!
Nenhuma xana vale esse risco.







segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Transa casual: prós e contras


Transa casual, sexo animal, do tipo trepa e vaza. Um movimento quase mecânico. Ai, ai. Deu saudade disso. Como já disse antes no post "Parceiro Ideal", nos bons e velhos tempos da faculdade, liberdade era meu sobrenome. Sexo casual era meu modus operandi. E viva os becos escuros das cidade antigas do interior depois de uma noite no barzinho tomando pinga! E viva os bancos superreclináveis de carros esportivos! E também os não tão reclináveis dos carros populares!

Sexo casual desestressa, dá um up na auto-estima nos faz sentir poderosas e, graças aos deuses, deixou de ser tabu para as mulheres.

Parei para analisar os prós e contras do sexo casual e, sinceramente, demorei a achar o contra. Acho que, por sorte, sina ou destino, peguei poucas transas casuais ruins. Não me deparei com ninguém realmente ruim de cama, que acho que deve ser o pior de uma transa casual. Tá, o pior mesmo seria pegar uma DST hororrosa ou engravidar de quem você nem sabe o nome. Mas tomados os devidos cuidados com as camisinhas e anticoncepcionais, tudo certo, risco zero.

Pena que não exista risco zero de pegar na balada um "zé mané" que acha que seus peitos são buzinas de caminhão e que o interior do seu útero é blindado pra aguentar o martelar do pinto dele, que se acha o poderoso. Ah, tem também os caras que te comem pela primeira vez e querem demonstar todo o seu potencial e todo o conhecimento profundo do kamasutra. Pelamordedeus!!! Não dá para fazer demonstrações de duplo twist carpado com quem você não conhece. Rápido, descompromissado, tesudo, tudo bem, mas "sin perder la ternura, jamás!" Entendo que nem sempre acontece em lugares confortáveis, mas o tesão do inesperado e do desconhecido compensa a falta do colchão e do travesseiro de plumas. Que até podem estar no cardápio, caso role um motel bacana. Mas transa casual no motel só apareceu pra mim depois que passei a frenquentar lugares com pessoas mais estabilizadas financeiramente que os universitários.

Escrever sobre sexo casual sem contar a minha transa mais legal ia deixar meu post incompleto. Não tem nada de sensacional, mas foi um história de timer perfeito.

Uma bela tarde pós trabalho sem noção, eu e uma amiga fomos para o shopping, para um happy hour com choppinho e carne na chapa. Papo vai, papo vem, um homem vestido de piloto de avião, ruivo, meio sardento, de seus trinta anos, mas com cara de garoto sapeca, pára do lado da nossa mesa e pergunta onde ele pode achar um caixa eletrônico. A gente educadamente explica e ele nos conta que tem que comprar roupas para passar a noite na cidade, porque teve que substituir o piloto que fazia esta rota e não planejava ter que dormir por aqui. Foi o poder da farda.


Adotamos o piloto. Convidamos pra um choppinho, levamos para sacar dinheiro, ajudamos a comprar roupas. Quando o shopping fechou, encompridamos a noite num barzinho. Do barzinho, minha amiga, que estava de carro, quis ir embora. Olhei para o (agora meu) piloto e recusei a carona. Fomos para o hotel dele, de onde só saí às 6h30 para passar em casa, trocar de roupa e ir pro trabalho.

Mesmo sem nos conhecermos, o cara foi gentil, engraçado e sedutor, o tempo todo. Acho que a tal história de marinheiro, vale para pilotos do mesmo modo que a aviação pegou pra si os termos marítimos: em cada porto, uma mulher. Então, tiro de mim boa parte do mérito, porque acho que o cara tinha uma baita experiência no sexo casual. Nunca mais vi o piloto que ficou na minha história pessoal como: Capitain, my capitain!


quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Relacionamentos no Trabalho



Eu ando reclamando com os títulos dos posts por aqui, e esse pessoal parece não entender...
"Relacionamentos no Trabalho", mas que coisa é essa?
Todo trabalho tem relacionamento! A pessoa se relaciona com os colegas e com o próprio trabalho! Não tem assunto nem sacanagem nisso!
Agora, se o tema é sexo no local de trabalho, aí eu concordo e aprovo!

É bom!

Claro, como tudo que é bom na vida, tem regras. Vou ajudar logo vocês, desmistificando as informações malucas que a gente encontra por aí. Por exemplo, no site da Editora Abril, tem um post que ensina, em cinco regras, como se manter longe de encrencas ao pegar as gostozinhas no trabalho.
Tudo errado!!!
Se você fizer exatamente o contrário, tem muito mais chances de sucesso.


Por isso, nada de bom senso. Quem tem bom senso é mulherzinha ou boiola.
 Homem que é homem mal tem senso. Vai lá e faz! Coragem! Sucesso! O resto é frescura, e frescura é coisa de viado.

Não desista nunca! Uma mulher que você ainda não pegou é uma mulher que você não cantou o suficiente. Onde está a glória em deixar um serviço pela metade? Vai lá, e só larga o osso quando não tiver mais carne nele!

Invista nas gatinhas que estão hierarquicamente abaixo de você. Essas vão te dar mais fácil porque precisam do emprego. Não seja medroso! Nada de pensar em processo por assédio. Se você fizer o serviço bem feitinho, é ela quem vai te assediar.
Aí você processa ela e ainda fatura uns trocados!!

Não use seu e-mail pessoal! O que dá moral é o e-mail da empresa! E, se alguém da empresa, superior a você, bisbilhotar suas mensagenss e ver quem você anda pegando, vai te respeitar e pode até rolar uma promoção aí! A menos que seu chefe seja uma mulher. Nesse caso, pode ser que você tenha que comer a mocreia também. Vai que ela é gostosa. Se não for, pensa na promoção e manda ver.
Por regra, o caso não pode ficar sério. Agora, se ficar, não conte pra ninguém!!! Se contar, vai queimar seu filme com as outras gostozinhas! Deixe escondido o mais que puder, e quando a coisa aparecer, que não tenha sido por iniciativa sua. Aí, você processa a vagaba bocuda pela violação de seus direitos e exposição da vida particular, ainda sai bonito na foto e com uma graninha!

Mas tem que ser cuidadoso. Tem que escolher bem, em que ordem vai pegar as bandidinhas. Porque ambiente de trabalho tem muita fofoca, e se é verdade que elas falam bem de você umas para as outras, e isso faz com que a curiosidade delas aumente, por outro lado, depois de algumas, elas acabam por desenvolver o falso conceito de que voce não quer nada a sério, e que quer apenas se aproveitar delas.
Então, tem que fazer jogo duro.

Muitas vezes, você está alí trabalhando duro, seu Quake entrou em "God Mode" e você está para encarar o chefão vermelho da fase 7, não é mesmo hora de dar mole pra ninguém. Você pode usar esse momento para dar uma desprezada legal nas moçoilas.
Mulher não aguenta desprezo, e é muito certo que no final do expediente, alguma delas fique pra trás apenas pra pegar o elevador com você.

No elevador é legal, mas se tiver mais de uma lá, melhor deixar pra depois. Já tentei, e a falta de espaço é proibitiva, e as duas normalmente não ficam muito à vontade.
De qualquer maneira, não deixe passar. Mais de uma no elevador te dá a chance de fazer uma cara de sério, e as duas (ou mais) lindinhas ainda vão te achar um cara respeitador, por não ter feito nenhum comentário inteligente e divertido, como "Bendito seja eu entre as mulheres" ou "Foi isso que o médico me receitou".
Eu sei, é engraçado, mas mulheres não tem a capacidade de entender e apreciar nosso humor, então melhor nem tentar.
Mas lembre-se de, entre uma partida de seu joguinho preferido e outra, no PC da empresa, ir atrás delas e botar moral. Saiba que hoje em dia, nem os patos são "patos". Até os patetas andam pegando umas amiguinhas, perguntem para o Mickey, aquele rato corno,  pra ver.

Enfim, recomendo muito esse tipo de Relacionamento no Trabalho. Sei que tem muita mocreia, tem umas dragonas de carreira em muita empresa boa e consolidada no mercado, mas sempre tem umas delícias começando agora. Alias, que maravilha que é isso. Os anos passam para os homens, nós nos tornamos mais sábios, interessante e pegadores, mas as estagiárias continuam novinhas para sempre!
Sem desmerecer as gostosonas profissionais, claro.
Isso me faz lhes dar outro conselho: Tem muita empresa por aí, não tenha medo de mudar de emprego. O que realmente importa não é o seu trabalho, nem a empresa para a qual você venderá seu precisoso tempo. O grande lance é o amigo do Recursos Humanos, que faz a escolha dos funcionários.

Fecho com duas maravilhosas gotas de sabedoria:

Quem tem um amigo no RH tem um tesouro.
Estágiárias são como diamantes: Sempre lindas, dão uma satisfação enorme, mas custam caro pra caramba.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Relacionamentos no Trabalho


O pão e a carne nossa de cada dia


Sexo no trabalho? Só se for uma rapidinha alí, no banheiro, no final do expediente... Se não sexo, ao menos uma pegaçãozinha. Uma mão naquilo, um aquilo na boca...

Mas, na real mesmo, nunca fiz sexo no ambiente de trabalho. Fico só na fantasia, imaginando as mil e uma utilidades do birô, as possibilidades daqueles ambientes recônditos que ninguém frequenta no horário de expediente, a rapidinha no banheirão quando todo resto do pessoal já foi embora...



Já sonhei bem uma dezena de vezes transando com colegas de trabalho. No outro dia, de manhã, quando me deparo com o cara, o tesão reacende, a imaginação voa longe, mas, claro, não dou pinta nenhuma. Com colegas de trabalho, não rola sexo nem relacionamento. Não mesmo!


Sou daqueles que acreditam: “Onde se ganha o pão não se come a carne”.
Acho que para os gays tem que ser assim mesmo. Afinal, com os colegas heteros a gente tem que impor respeito. Não dá para dar brechas (sem duplo sentido, tá!). Não dá para se queimar no lugar de trabalho e ficar conhecido como “a bicha que não-sei-quem tá pegando”. São essas as palavras que serão usadas. E credibilidade não se troca nenhuma boa gozada, nem por uma sequencia delas. 


Lógico, no trabalho sempre tem também alguns colegas que são gays. Alguém com quem se poderia estabelecer uma relação. Neste sentido, não tive sorte. A amizade veio primeiro, ai, virou troca de figurinha: companhia pra balada, dicas de creme pra cá, conversa sobre ex pra lá... e por ai vai.


O duro disso tudo é que sempre tem as viagens a trabalho, de passar horas no carro, de dividir quarto de hotel, ver o outro trocar de roupa, sair à noite pra um boteco. Por ser gay, a gente termina se deparando com possibilidades maiores, pois raramente um homem e uma mulher dividiriam o mesmo quarto, o mesmo banheiro, sairiam juntos. Já dois homens, tá tudo em casa – mesmo se sabendo que um deles é gay. Sempre fica o climão no ar, mas tem que segurar!


Comigo já teve até uma situação de tesão à toda... Só eu e um cara no local de trabalho, em pleno domingo, sem a mínima possibilidade de alguém mais chegar. Antes, a gente sempre trocara olhares. No dia, ficamos um esperando o outro dar um sinal pra poder avançar. Pena, não rolou. Como toda regra tem exceção, nesse dia eu teria ganhado o pão, devorado a carne e palitado os dentes no final...



Eu e ele ainda somos colegas de trabalho. Quem sabe numa outra dessas! Afinal, a carne é fraca...

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Relacionamentos no Trabalho




- Apaixonada pelo chefe de novo, Anette?! Ele entrou tem dez dias!


Lá estou em, horário de almoço, com meu prato de poucas calorias (dieta de novo, claro), um refrigerante zero e minha amiga à minha frente com o queixo caído e olhar de descrença.

O que eu posso fazer? É uma compulsão, sei lá. É o cara me olhar com autoridade e já estou caidinha. E lá se vai toda a precaução e todo o profissionalismo. Lá estou eu indo e voltando da sala do chefe, com os motivos mais furados e os decotes mais profundos.

Sorrizinho aqui, olhar 44 pra lá e não demora muito, o chefe também está no papo. Foda é depois ter que provar pra todo mundo que eu subo de cargo por competência profissional... profissional do sexo. Brincadeira! Mas é difícil aguentar os comentários, as piadinhas e os diz-que-me-diz do escritório. Manter romance e sexo no ambiente de trabalho é uma arte, não é para qualquer um, não! Ou melhor, pra qualquer UMA. Não aguento, mas funciona assim: chefe que come a secretária é pegador, mas a secretária é uma vadia. Ninguém acha que a pobre moça tem sentimentos reais.

- E eu vou lá deixar passar o grande amor da minha vida só porque ele é meu chefe?!

- Amiga, pelo menos muda de setor!

- Tá doida? E o meu salário? E os benefícios? Tenho filho para criar!

Desenvolvi um manual de sobrevivência para o romance no trabalho.

Desta vez, dei sorte. O chefe é solteiro (e gato!) e o único malabarismo que tenho que fazer é com o recursos humanos que não pode nem sonhar com o rolo. No meu último relacionamento, além de driblar o recursos humanos da empresa, que não permite este tipo de comportamento, ainda tinha o coeficiente "esposa".

Sou cuidadosa, principalmente no que se refere à tecnologia. Nada de usar o e-mail coorporativo para mensagem romântica, porque Deus sabe que o pessoal da informática fuça tudo o que pode e o que não pode. Como você acha que as fotos da menina peituda do banco vão parar na internet? Nem sempre a culpa é de um namorado sacana! MSN? Só do meu celular. Orkut sem uma fotinha sequer. Desligue a webcam ao entrar na sala dele e verifique a presença de câmeras de segurança onde estiverem.


Postura recatada, sempre que tiver alguém por perto. Nada de almoço com o chefe-namorado que role qualquer coisa que me faça voltar com os cabelos molhados pra empresa e nem com a mesma roupa no dia seguinte. Chegar junto no trabalho, de jeito algum! Ele no carro dele, eu, no meu. Restaurantes, boates e motéis sempre beeem distantes do endereço da empresa.

Para deixar de ser assunto, tenha um relacionamento maduro e uma postura respeitosa. Cheque sempre se o almoxerifado está vazio antes de um bom amasso na hora do cafezinho. Quer um conselho? Se é para agarrar alguém no trabalho, que seja o chefe! Porque a sala dele é DELE. Ninguém entra sem bater ou sem anunciar. Se ele ouvir alguma palavra, bastam duas olhadas feias, algumas suspensões e está garantida a paz pelo medo. Nada de office-boy, motorista, secretário de departamento. Olho nos cargos de diretores, superintendentes e todos que tiverem o título "executivo" junto ao cargo.


Descobriram! E agora? Prepare a orelha. As pessoas vão falar, criticar, dar palpite e julgar muito o seu relacionamento. É muito bom ter assunto novo para o almoço, e tenha certeza: você será o alvo.

- Mas, Anette, e se vocês terminarem? Com que cara você volta para o escritório?



- Aí sim, amiga, é hora de mudar de setor!




segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Relacionamentos no Trabalho


 Todo relacionamento que se preza passa por três etapas básicas: começo, meio e fim.
Todos! Exceto, é claro, os relacionamentos amorosos em ambiente de trabalho.
No meu entendimento, esse tipo de relação não deveria ter nem a primeira etapa.
Quem nunca escutou aquela bendita frase?
- Onde se ganha o pão, não se come a carne!


Primeira coisa: Eu não gosto que as pessoas saibam que eu sou lésbica. Não, eu não tenho vergonha disso. Muito pelo contrário! Só acho que é muito importante pra nossa saúde e equilíbrio preservar a nossa vida íntima.


Segunda: O ser humano tem uma tendência fortíssima a fazer mexericos. Quem não gosta de “disse-me-disse” deve se lembrar do que o poeta Mário Quintana escreveu – “Não te abras com teu amigo, que ele um outro amigo tem. E o amigo do teu amigo, possui amigos também...”. Logo, escolho muito bem os meus confidentes.

Terceira: Escritório é sinônimo de “fofoca”. É dali, onde o pessoal toma aquele cafezinho, que costuma sair o informativo semanal. E vocês sabem como é... papo vai, papo vem:
 


- Carol! Deixa eu te contar o babado do ano!
- Conta!
- Ficou sabendo que a Joana, aqueeela lá do RH, cola o velcro? Sapatão, menina! Acredita?
- Queeem? A Joana? A quietinha?
- Essa mesma! O Paulo da Contabilidade tava na balada e pegou ela com uma morenaça, “fazendo e acontecendo”!
- Rapaz... ‘Cê ta brincando? Certeza?
- Informação quentinha! Acabei de ficar sabendo. A Sheila, telefonista, acabou de me contar!
- Bem que eu desconfiava, viu? Já peguei ela olhando pros meus peitos várias vezes!


Pronto! A Joana que era "na dela", funcionária do mês (com direito a retrato na parede e tudo), acabou de virar “a sapatão”, “a tarada”, “a diferente”.

As pessoas mais conservadoras vão olhar pra ela com cara de “poucos amigos” e deixarão de fazer convites pras festinhas de aniversários. Por outro lado, ela vai despertar o interesse dos colegas “machos-pegadores”, que vão ficar loucos pra fazer um programinha com ela e “mais uma amiguinha”.
Ou seja, a vida da Joana, que antes era tranqüila, vai virar um verdadeiro inferno.


Se os colegas da Joana já aprontaram uma confusão “daquelas” ao saberem da sua orientação sexual, imagina o que eles iriam fazer se soubessem que a “morenaça” da balada era a Carminha do Departamento Jurídico?



Portanto, meninas, é o maior vacilo deixar o pessoal do trabalho descobrir que você é “do babado” e, pior ainda, se sacarem que você está de caso com uma colega!
Por isso que os relacionamentos amorosos no ambiente de trabalho não devem sequer começar!


Agora vamos partir pra outra linha.
Suponhamos que tem uma gata deliciosa – irresistível – que não tira os olhos de você. Te chama toda hora no MSN, joga charme e já até te convidou pra um jantarzinho na casa dela.
Você sabe de todos os riscos, mas diante de uma situação dessas, quer realmente pagar pra ver.


Inicialmente você deve se assegurar de que não está cometendo um erro fatal: o bote errado.
Já pensou se a gostosa está te dando moral porque já sacou que você é sapa e (só de sacanagem) está afim de te testar ?

Tem muita filha da puta por aí querendo se divertir às nossas custas e fazem de tudo pra arrumar um novo babado pra contar pra todo mundo!
Então, assegure-se de que não é uma armadilha – Camarão que dorme a onda leva!


Tenha muita paciência, porque quem tem muita pressa, ou come cru, ou não come nada. Espere que ela tome a iniciativa, não aceite todos os convites que ela fizer.
E, com certeza, se ela estiver mesmo afim, uma hora vai rolar alguma coisa entre vocês.


Imagine que você gastou seu precioso tempo pra dar uma transadinha sem direito a “repeat”. Ótimo! No dia seguinte, se ela fingir que nada aconteceu, aja da mesma forma. 


Faça a “egípcia” (bem glamourosa e fina) e trate-a normalmente. Agora, se você perceber que o babado vai pra frente, conversa com a gata. Diga que não quer se expor e peça o máximo de discrição possível. Quando forem ao mesmo lugar que os colegas (um happy hour, festinha de confraternização), nada de beber demais. Bebida relaxa e dá coragem. Isso é um perigo.

Na hora que estiverem afim de demonstrações públicas de afeto, prefiram lugares restritivamente gays. E mesmo assim, procurem reconhecer o terreno e ver se não tem alguém conhecido por ali, antes de “fazer a festa”.
E principalmente, escapadas no horário de trabalho são proibidas. Beijinhos furtivos, segurar as mãos, trocas de olhares... 



Aventura sexual é muito bom, desde que não seja no seu escritório. Se te pegarem, vai virar o maior Deus-nos-acuda e você ainda vai ganhar um bônus: demissão por justa causa. (A não ser, é claro, que você seja a chefe, ou a dona. Nesse caso, você pode comer quem quiser, na hora que quiser e ninguém pode falar nada.)


Depois de alguns meses de relacionamento, quando você enjoar da cara da delicinha, porque fica com ela mais de 12h por dia (em outros casos, até 24h) e o relacionamento de vocês se desgastar naturalmente devido à convivência excessiva, você terá pela frente a missão mais difícil de todas: administrar o término, fazer com que ela não fique com ódio mortal de você, manter um bom relacionamento enquanto dividirem a mesma sala e não deixar seus colegas perceberem nada. 



Se alguém sacar, vocês vão ter jogado o trabalho que tiveram durante todo esse tempo no lixo!
Priorize o diálogo. Não pise na bola e procure preservar uma relação respeitosa e cordial entre vocês.


Mesmo que eu não concorde com esse tipo de relacionamento, acho que nem sempre podemos estar no controle da situação. Podemos sim ser pegas de surpresa.



 Se isso acontecer, mantenha-se sempre vigilante pra não cair na boca do povo e virar o centro das atenções.
É muito bom ter uma parceira, mas isso não pode tornar você o centro das atenções. Ser objeto de falatórios e maledicências nunca foi legal e, creio eu, nunca será.