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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Como pegar o namorado da amiga

Amiga_traíra É fato: todo mundo com vida sexual e amorosa ativa já passou pelo caso interessantíssimo de uma pessoa que deseja o que é seu. Vocês sabem como funciona. Maria conhece João e se encanta. O rapaz é bonito, interessante e muito bom de cama. Maria, inocente, comenta com Joana que o cara é sensacional. Mas a propaganda é tão boa que Joana resolve experimentar. João não tem nada sério com Maria, quer mais é ver o circo pegar fogo, e parte para cima da amiga da peguete na velocidade 5 do CRÉÉÉÉU. Aí você se pergunta: mas que porcaria de amiga é essa?

Bom, nunca fui muito boa  com este lance de pessoas como propriedade. E venho aqui em defesa das mulheres que não acham que pegar o namorado de amiga seja algo proibido pelo código das amizades femininas.

Em primeiro lugar, para as religiosas: “Não cobiçai a mulher do próximo”. Está lá na Bíblia Sagrada. Ninguém disse nada contra “o homem da próxima”, certo?

Em segundo lugar: namorado de amiga minha tem que ser macho, muito macho! Não sei quem inventou a expressão “Namorado de amiga minha pra mim é mulher”. Se sua amiga for lésbica, tudo bem. Mas ela não é? Então, o que está fazendo com um cara afeminado???
Em terceiro lugar: há que se avaliar a amizade. Existem amigas que tem a mesma cabeça aberta que você que querem te provar a certificação ISO 9000 do cara que ela está pegando, chamando você para um ménage, ou emprestando o namorado por uma noite ou duas. Estas são das minhas! Mas nem todo mundo pensa assim, e eu tenho algumas amigas mais sensíveis e românticas, que presam pela fidelidade. A história complica, mas não fica impossível.Homens... sempre reclamam que a gente não tem a mente aberta... mas quando temos, se assustam.

Mas concordo que quando temos muitas amigas de cabeça aberta, a cama fica apertada


O negócio é ir de mansinho e seguir alguns passos. Aí vão eles:

•  Não inicie esse procedimento arriscado sem ter certeza se quer mesmo. Porque se for só para uns amassos, não vale a pena perder a amizade.

• Tente descobrir se o moço nutre algum tipo de sentimento por você. Desejo, carinho, afeto, tesão, o que seja… Se você notar que não é correspondida, nem estresse sua amiga.

• Antes de pegar o cara, vá introduzindo (ui!) o assunto à sua amiga. Diga que você acha que está gostando dele, que a gente não manda no coração, etc. e tal. Introduza devagar para não assustá-la.

• Se conseguir ficar com o cara, nunca fique com ele na frente dela. A situação já é desagradável… evite momentos mais desagradáveis ainda!

sábado, 28 de novembro de 2009

Sexo a Três


Já quero começar esse post pedindo desculpas aos caros leitores. A noite foi looooonga e ainda não dormi. A festa foi boa...

Mas vamos lá. Se eu escorregar no protugês(sic) é por causa da noitada. Sexo a dois é ótimo. Sexo a quatro melhor ainda. Sexo a cinco, seis, sete, oito, melhora quanto maior é o número. Sexo a três, IMHO, complica... Explico: a não ser que as três partes se gostem exatamente do mesmo tanto, um casal

sempre cria uma conexão mais forte e a terceira parte fica jogada para escanteio. Pode parecer estranho, mas eu, Brian, super cosmopolita e liberado, tenho minhas reservas com o sexo a três. E não quero dizer somente quando tem emoção no jogo. Quando é somente sexo, também, a coisa pode

degringolar bem rapidinho...

Você aprende com a experiência. Correto? Pois aqui vão duas das minhas experiências. Não vou cansar meus leitores com as 500 outras...

Em um desses tete-a-tete a três, eu encontrei esses dois caras super sarados, gostosos mesmo, aqui na praia de Fort Lauderdale. Conversa vai, conversa vem, fui parar no hotel onde os dois estavam hospedados. Foi uma merda. Os dois tinha uma coisa de ficar de joginho de quem ia comer quem primeiro, e senti que não era bem sexo que eles queriam. Eles queriam era jogar, às minhas custas. Assim que percebí as regras do jogo, cascei

fora, pois não nivelo por baixo.

Quer uma muito mais recente? Meu namorado e eu temos uma relação aberta. A regra-mãe que temos na relação é: você nunca mente para mim, eu nunca minto para você, conversamos sobre tudo, e tudo se ajeita. Ok até aí tudo bem. O problema é que a vida é mais complicada que essa regra aí de cima. A não ser que você escreva uma constituição para reger a relação, você tem que fazer ajustes aqui e alí. Pois bem. Um ano atrás, estávamos nós em São Francisco na California a passeio, quando em um bar um certo Mr. resolve se engraçar para o lado do meu namorado. Diz ele: “Por que você não sobe aqui no palco e participa do concurso de mais pauzudo da quinta-feira?” Eu, sem perder a pose, virei para ele e falei: “Por que você não vem aqui e chupa essa rola na minha frente como

um bom menino que você é? Depois, se você fizer direitinho, posso pensar no seu caso e decido se deixo meu namorado participar.” Pronto! Foi o que precisava para lançar um desafio. O dito cujo era muito, mas muito parecido comigo mesmo, e decidiu pagar para ver. Desceu do palco e veio ficar com nós dois. Demos uns beijos e abraços. Entre os amassos, mão nisso, mão naquilo, boca naquilo outro e dedo naquele outro, o bendito do namorado do Mr. resolve aparecer para botar ordem na casa. OK. Trocamos telefones e e-mails e ficamos de nos ver no futuro. Meu namorado trocou diversos e-mails com o cara, ligou para o cara ao longo de um ano, e finalmente chegou a hora de nós voltarmos para São Francisco. Dessa vez com tempo de fazer bem feito! Ligamos para o cara, que por sinal nos ajudou a comprar ingressos VIP super disputados para uma festa que acontece uma vez por ano em São Francisco, e ficamos de nos encontrar, os três, mais o namorado, que ficaria apenas olhando. Adoramos a festa e nos desbundamos no dia seguinte, trepando com o Mr. das 8 da manhã até as 5 da tarde. Gozei 5 vezes, sem nenhum exagero. Foi ótimo.

Mas eu, velhaco que sou, não tirei da cabeça aquela coceirinha: “Esse cara é perigoso. Fica de olho!”

E fiquei. Avança uma semana. Nós de volta em Fort Lauderdale, recebemos um telefonema do Mr.: “Estou com saudades de vocês. Quero ir passear na Florida.” Meu maridão e eu conversamos e ele, o Mr., comprou uma passagem. “Estou chegando quinta-feira. Tudo bem?” Aquela vozinha cresceu: “Esse cara é perigoso. Fica de olho!” E fiquei. Mas não sou de perder tempo na vida. Assim como ele pagou para ver descendo daquele palco um ano atrás, decidi que iria pagar para ver também. Veio o Mr., bom, bonito, gostoso e poderoso. Uma cópia carbono de mim, principalmente em personalidade. Ele ficou uma semana. Chegou numa quinta-feira e foi embora na outra. Eu, como tinha uma conferência de trabalho em Washington D.C., tive que viajar no domingo de noite. “Esse cara é perigoso. Fica de olho!” E fiquei. Volto eu da minha conferência e meu namorado vem com uma conversinha de lado: “Eu e o Mr. queremos nos ver mais vezes, de preferência quatro ou cinco vezes por ano.” Escutei, pensei, matutei, e falei: “Sem problemas. Desde que não haja mentira e seja tudo combinado, não tem problema.” Pensei, mas não verbalizei, que meu namorado queria dizer que o Mr. viria 2 a 3 vezes para a Florida, nós dois iríamos 2 a três vezes a São Francisco, e nós três continuaríamos essa delícia de relacionamento. No dia seguinte, meu namorado diz que o Mr. comprou uma passagem para ele ir visitá-lo em São Francisco. Pensei: “Pera aí! Sozinho, o Mr. e meu namorado, sem me convidar?” Bingo! O Mr. mostrou as asinhas. Contei-las-lhas-mas-nas no tronco! Nope! Aquí não vagabundo. Vai buscar outro para brincar.

Para resumir uma história muito longa, no final das contas eu e meu namorado mudamos muito nossa relação e estamos hoje muito mais próximos. É na verdade a relação mais perto de casamento que já tive em minha vida. Portanto, moral da história:

  1. Não se feche para o mundo
  2. Transa a três faz parte do mundo
  3. Mas fique de olho!! Pois alguém sempre sai machucado. Mesmo que seja quando tem só sexo.

Falei, disse e tenho dito!

Brian

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Sexo a Três

threesome Sempre acho necessário começar meus valorosos e másculos escritos com uma explicação sobre o tema. Afinal, nem todo mundo está obrigado a saber sobre sacanagens profissionais, criadas e usadas por poucos afortunados.
Então, antes de entrar no assunto, vamos deixar claro que sexo a três é composto por um homem e duas mulheres. Se forem 3 homens não é “sexo a três”, é viadagem pura e simples. Se forem dois homens e uma mulher é “síndrome do corno manso” e um desses dois aí deve ser meio queimador de rosca, provavelmente os dois. E se forem 3 mulheres é desperdício de matéria prima, embora, se houver uma maneira de virar um “sexo a quatro”, então tá valendo.
caveman O sexo a três é um hábito antigo, milenar, remonta à época de nossos antepassados caçadores. O melhor macho da tribo tinha o direito a ter as melhores mulheres e tinha que ser assim, não só para produzir filhos caçadores de boa qualidade, como também porque ninguém era besta de ir lá argumentar com o melhor caçador só porque ele estava pegando umas feinhas a mais no bando.
Ainda nos dias de hoje, alguns países permitem que o homem tenha, legalmente, mais de uma mulher. No Paquistão, os ricos e abastados podem ter quantas mulheres quiserem, desde que possa mantê-las! Agora, isso sim é incentivo ao trabalho!!
burkaband Gatinhas de além-mar se preparando para o Sexo a Três!
Eu, por outro lado, sou brasileiro e aqui não só a lei não permite (acho que esses caras que escrevem leis são meio gays) como até pra convencer a gatinha que vai ser legal é complicado. Maldita cultura limitadora, que coloca esses conceitos errados de monogamia nas cabecinhas quase vazias de nossas moçoilas. 06

Sexo a Seis também é bom!
Então, para termos uma diversão mais emocionante precisamos convencer as vagabas de que a coisa vai ser legal. Agora, os amigos da “irmandade” entendem bem, um lance a 3 é muito mais divertido para o homem que para as meninas. Porque para elas, vai ter menos 50% de homem durante a farra, já que o cara vai estar trabalhando dobrado. Bem, no meu caso seriam menos 25 ou 26%, mas ainda é um déficit, certo? Por outro lado, se as meninas gostarem demais de ficar com outras meninas, a gente acaba meio que sobrando, de novo não no meu caso, mas a grande maioria precisa mesmo de aconselhamento e jogo de cintura.
Então, o objetivo aqui é fazê-las crer que elas “querem” sexo a três. Esse é o grande lance!
lesbian-threesome Algumas podem ser convencidas apenas pelo modismo. Vocês podem não acreditar, mas existem muitas meninas vazias, sem muito conteúdo por aí, que apenas seguem o modismo. Se esse for o caso, ache um bom par de gostosas e explique que elas são “atrasadas” ou “caretas” e que você não quer que seus amigos saibam que você está saindo com garotas “bloqueadas”. Nesse caso, só isso já é o suficiente. Se tiver uma só nesse nível, arrume uma amiga sacana e coloque ela para conversar com a travadinha. Essa vai se sentir ameaçada e diminuída e vai topar só pra provar para a outra que também pode.
threesome-430x322 Agora, imaginemos que você seja casado (sinto muito) e queira cair na farra a três com a “senhora vossa espousa”. Ora, ela de cara vai dizer que não e pronto. É nesse momento que você tem que mostrar cultura: Conte a ela sobre um casal de amigos, cuja esposa é apaixonada em sexo a três. Conte como o marido dela parou de sair escondido de casa. Explique que isso é uma coisa que só os casais que se amam conseguem ter com qualidade, porque têm confiança envolvida, e vocês têm!! Finalmente, lembre a ela que os anos continuam a passar e que ela tem que aproveitar a vida enquanto o corpo acompanha, que têm várias coisas que vocês ainda precisam experimentar, antes do amargo fim. Normalmente, as esposas topam, só pra calar a boca dos maridos ou para evitar que eles caiam na putaria sem elas. De qualquer maneira, se colar, mande ela combinar o lance com a esposa daquele seu amigo. E não importa se você mentiu para sua patroa e a esposa de seu amigo nunca tenha ficado a três. Ela não vai admitir isso, pra não ficar por baixo (a tal competição entre as mulheres, lembram?) e a sua “Dona Encrenca” vai se sentir vitoriosa, se a surpreender.
Duas amigas lésbicas também é legal porque elas já se soltam bem entre elas e isso garante uns visuais bem legais. A parte macetosa aqui é convencê-las que você tem algo a acrescentar, a inserir (he he he) no contexto da relação…
Lésbicas na varanda8 Algumas lésbicas gostam da farra, mas é fato conhecido que elas só são lésbicas por falta de homem mesmo. Outras, as mais feinhas, já desistiram dos homens a muito tempo e preferem se mostrar experientes, o que vale um lugar de destaque dentro da cultura delas. Mas para todas elas, sem exceção, o que falta é pica. Possuidor desse conhecimento imutável, vá à luta, que a recompensa promete!!
Vou terminar esse texto com um pequeno poema, sei lá quem é o autor, mas sempre me faz pensar nas necessidades básicas do ser humano e em como a vida pode ser mais divertida e feliz e até mais justificada, se entendermos como as pessoas funcionam:



Mulher rica 

preocupada com o problema social,
ou é falta de pica
ou é falta de pau.


animalsex29ef3

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Sexo à três

pes threesome A primeira coisa que me vem a cabeça com este tema é que sempre que ele surge nas conversinhas de bar, nos fins de tarde na casa de amigos ou depois da quarta, quinta dose é que a ocasião pede um homem e duas mulheres. Cabecinha rasa dos pobres mortais que acredidtam que já ousam demais só em pensar em um menàge a trois. São tantas e infinitas possibilidades como são as do sexo a dois. Sexo a três podem ser duas mulheres e um homem, dois homens e uma mulher, três homens ou três mulheres.
Fantasia sexual de 10 entre 10 homens, o menàge está entrando com força (ui!) na mente das mulheres. Nas minhas rodas de amigas, nas declarações apimentadas regadas a vinho, muitas já confessaram que sonham em se ver entre dois homens.  Esta é uma das minhas atividades favoritas. Adoro ter dois pintos entrando em mim, duas bocas na minha ao mesmo tempo, quatro mãos nos meus peitos.
Mas eu acho uma pena um detalhe: é muito mais complicado encontrar dois homens dispostos a dividir uma mulher do que duas mulheres dispostas a dividir um homem. Aliás, vamos esclarecer. Num menàge não há divisão, há compartilhamento. Imagine no seu corpo a quantidade de informações que um bom amante trás, a gama de sensações. Agora, multiplique por dois e quem ainda não teve a oportunidade de provar, vai ter uma idéia do que está perdendo. 478px-Threesome_in_colour.svg
Minha primeira experiência com esta maravilha foi ainda na faculdade. Aquilo sim é que era sexo à três. Sem compromisso, sem cobrança, sem ciúmes. Ninguém era de ninguém e tudo o que se pedia ao outro era diversão. Foi nesta época que provei ficar com outras duas amigas e também não foi nada mal. Mas confesso aqui que senti falta de algo mais rígido perto de mim. então, não negaria uma outra farra destas, mas já tenho bem definidas as minhas preferências.
Depois que a gente “cresce”, nossa, como é complicado conseguir a mesma diversão. Primeiro que tem os casais. Casal quer sempre apimentar a relação, chamam sempre uma amiga mais safadinha da esposa para compartilhar a cama. Mas aí tem ciumes, possessividade, risco de envolvimento emocional. Alguns casais vão de prostitutas e michês mesmo, porque se paga, não se conhece, despacha e vai embora. Sem o risco do marido (ou a mulher) fugir com a (o) outra(o).
Depois que conseguir amigos que topem transa sem compromisso é ainda mais complicado que encontrar casais. e homens tem uns puderezinhos frescos, uma medo de “cruzar espadas”. Agora, tô atrás de um casal gay que não me encha a paciência com estes pequenos detalhes brochantes.
Videozinho para demonstrar a ação

E para quem acha que no velho mundo, que já viveu tudo o que tinha que viver, o sexo à três seja algo mais conhecido e liberado, este vídeo é uma campanha CK Jeans , chamado “Threesome”, que causou polêmica em junho deste ano na Europa. Desde os anos 80, a grife não produzia um comercial para TV de sua linha jeans e parece que resolveu ousar, achando que a hipocrisia ficou para trás.
O responsável pela nova campanha foi Steven Meisel. Para o filme comercial, só foi permitido aos modelos usar jeans, apenas jeans. Além de Tv, o comercial foi veiculado em revistas e outdoors.
“Threesome” sofreu censuras e a Calvin Klein trabalhou em versões mais brandas do filme comercial para vincular na Itália, França e Alemanha.

sábado, 21 de novembro de 2009

Sexo Anal



Rapaz! Eu achei que fosse dar um show nesse blog e que os outros bloggers iriam ficar quietinhos, tiptoing em volta do assunto...

Ledo engano!

Depois de ler os posts da Júlia, da Anette, do Waldir e da Nany eu me sinto um novato! E olha que de virgem em não tenho NADA!

Bem, vamos lá.

Vamos começar pelo começo: sexo anal é ótimo, ponto. Quem não gosta é por que não teve a

coragem e a paciência de experimentar. Quando digo experimentar, não quero dizer simplesmente tentar uma ou duas vez. Sexo anal é uma jornada, uma escola, um aprendizado. Você tem que testar e passar pelo rito antes de encontrar o prazer. Para aqueles que encontram o prazer durante a primeira transa, ótimo. Mas se você não foi tão afortunado(a), segura nos chifres do boi e manda ver, pois vale a pena.

Veja bem, não toquei no assunto ativo(a), passivo(a).

Cansei do parênteses a, de agora em diante vou usar o masculino. As gatinhas de plantão considerem-se incluídas.

Mas voltando ao ativo/passivo: sexo anal é bom para ambos os dois(sic). Para o ativo, tem aquela coisa de proibido, de violação, de você estar tomando conta do que é seu, sem reservas e sendo o MACHO da transa. Não tem conversa, não tem discussão. Você mete o seu pau onde quer e não tem reclamação. O parceiro tem mais é que te agradecer de receber a sua rola.

Do lado do passivo, tem a coisa de se render, de colocar a sua alma à disposição do seu macho, para ele fazer o que bem entender e quizer com você.

Deixa eu dar algumas dicas para quem ainda não tem muita experiência no assunto, que claramente não parece ser o caso dos bloggers por aqui... ;-)

Fezes e sexo anal não combinam. A não ser para aqueles com fetiche por fezes, mas isso é OUTRO assunto...

O que quero dizer é: ducha, ducha, ducha. Quando você é o ativo, não tem nada mais desagradável que tirar o seu pau e sentir aquele cheirinho... Pior ainda quando seu caralho parece um sorvete de chocolate. Não dá. Sexo anal tem que ser limpo. Para o passivo, acredite, você vai ter MUITO mais prazer primeiro sabendo que está tudo limpinho por lá, segundo porque fezes é o PIOR lubrificante que você poderia escolher. Principalmente se o pau do cara que está te comendo é grande.

Qual o segredo então? Primeiro, evite sexo anal quando estiver com diaréia, claro, mas também quando o cocô esté naquela fase que não sabe se vai ou se vem. O melhor e procurar usar o banheiro uma hora antes, levando uma ducha pronta, daquelas compradas em farmácia com solução salina. As duchas que você instala em casa usando água do chuveiro são menos eficientes. A solução salina auxilia na evacuação e a quantidade limitada da garrafinha ajuda você a não colocar mais água do que devia.

Faça a coisa nessa ordem: primero use o banheiro normalmente até não ter mais nada para sair. Então, use a ducha, depois de evacuar. Procure manter a solução lá dentro por ao menos 5 minutos. Então, evacue novamente. É claro, um bom banho depois é essencial. Depois disso você está pronto para o prazer.

Vamos falar agora de lubrificação. Primeiro, a saliva. Na falta de um lubrificante de verdade, a saliva é capaz de fazer milagres. O segredo importante e lubrificar constantemente. Peça ao seu macho para cuspir na pau várias vezes, com frequência, tirando o pau e cuspindo sempre que você sentir que está secando. Depois de algumas cuspidas você vai notar que o relaxamento e a constante lubrificação da saliva fizeram o seu milagre e então é só prazer.

Mas a saliva é só em emergências. O melhor mesmo é, em minha opinião, Gun Oil. Gun Oil utiliza silicone como base. É um óleo que pode ser utilizado com camisinha. Se voçê e seu parceiro são HVI negativos e confiarem o bastante para fazer sexo sem camisinha, o melhor é Slam Dunk. Aliás, para penetração com o punho (fisting), não há coisa melhor. Oops, estou ficando de pau duro de novo...

Vou ficando por aqui. Meninos, meninas e todas as outras gradações, sexo anal vale a pena. Relaxe e goze, literalmente.

Brian

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Sexo Anal


Sou brasileira de estatura mediana bem como outros adjetivos que poderiam classificar minha pessoa, que seja: estar entre o grande e o pequeno, o bom e o mau, mediano, meão, trivial. Por estes e alguns outros adjetivos menos relevantes fui convidada a escrever sobre o nobre assunto dessa semana. Vou dar meu testemunho aqui e não quero com isso ensinar sexo anal a ninguém, inclusive porque tenho pouca experiência, mas eu sei como é reconfortante saber que algumas angustias são as mesmas, bem como os prazeres, e se alguma dica aqui ajudar um menos experiente, vou achar bom ter contribuído para o prazer de alguém no mundo.
Sem querer escorregar direto no tema, devo esclarecer que será necessário fugir um pouco do meu vocabulário cotidiano pra discorrer o assunto. Rola, caralho, pau, cu, dentre outros, são substantivos muito raros na minha boca, mas também não faz o menor sentido tentar falar de sexo anal utilizando termos como o orifício externo do reto ou um pênis quando dependendo do indivíduo o mais adequado seria caralho, o que reúne uma série de adjetivos implícitos na palavra.
E testando a minha língua solta, vamos começar pela minha primeira trepada. Pois então, quando a gente acha que a primeira vez vai ser inesquecível, sonhamos com beijos, carícias, romantismo e uma transa ardente, porém trivial, ou seja, um pau na xoxota, para os héteros obviamente (quase me esqueço que os homo são a grande maioria nesse blog). Mas no meu caso, os sonhos ficaram a parte e a minha primeira trepada, depois de muito sexo alternativo, foi no cu mesmo. Frustrante, afinal de contas eu não saberia como ter um orgasmo numa transa normal quanto mais começando pela porta dos fundos. A entrada alternativa foi usada na ocasião por motivos bastante relevantes na época. Deixar de ser virgem há uns anos atrás, muitos anos atrás, eu admito, era uma decisão difícil de tomar, ainda mais se você fosse uma mocinha criada na escola dominical. Eu sempre acreditei que no começo da nossa vida sexual tudo é curiosidade. É lógico que tem tesão, talvez até mais do que a gente vai ter pro resto da vida, mas as descobertas revelam algumas decepções, e o jeito é aprender a tirar proveito do que há de melhor no sexo, e anal definitivamente pode ser melhor do que aquela minha primeira vez.
Depois de muitos anos sofrendo com as brincadeiras no fundo do quintal, a gente termina encontrando um caminho que te leva a redenção, mas alguém tem que deixar claro que isso não tem nada de fácil, e não é "chega lá, deita e rola".
Primeiro, imaginar pode até ser mais vantajoso, porque te dá um tesão louco e depois você resolve na buceta que não tem nada de doloroso. Mas pra eles, um cuzinho mais parece uma rosquinha de coco (desculpem o trocadilho) saída do forno na hora, irresistível. Meu marido enlouquece só de pensar. Por isso mesmo mantenho a rédea curta, porque é preciso clima, muito tesão, tudo muito limpinho, inclusive as suas "entranhas".
E por falar em entranhas, para quem já levou um tombo esquiando e caprichou na posição da queda na água, como foi o meu caso, ou um mais desafortunado que tenha precisado de uma lavagem intestinal hospitalar, como também foi o meu caso, já tem uma idéia vaga de como é o sexo anal para o elemento passivo, é uma violação de privacidade. Vejam, no entanto, que para a preparação do ato, a lavagem intestinal é muito interessante, uma versão caseira pode ajudar bastante, portanto se você tem uma duchinha em casa, mãos a obra!
No começo é como escovar a língua, dá até ânsia de vômito, mas depois, você descobre que ajuda até nos seus dias de constipação. Lava a duchinha antes e depois, põe a água pra dentro e depois pra fora (estou me referindo ao tal orifício que faz as vezes de astro neste contexto). Ah, tem umas duchinhas de farmácia, descartáveis, mas essas eu nunca experimentei.
E olha que eu disse que não ia ensinar nada...isso é coisa de dona de casa, não perde uma oportunidade pra ficar dando conselho. Mas vocês conhecem aquele ditado que se conselho fosse bom não se dava, vendia...pois me aguardem porque essa dica da duchinha ainda me rende uns trocados!!!
Segundo, sabe aquela estória pra boi dormir que tamanho não é documento? Pois é, pra aliviar uma xoxota, se o tesão tá na medida certa, nem precisa de muito enchimento, mas um pau avantajado é sempre bem vindo. Já no sexo anal, um tamanhozinho (pequeno) é mais adequado, pelo menos no meu cuzinho que é meio apertadinho. Meu primeiro parceiro era mediano, tamanho e grossura. Então foi menos difícil, um pouco menos doloroso. O meu marido, em compensação, tem um tamanho mediano, mas uma corpulência bastante dolorosa. Um anel de músculos, os esfíncteres, localizados um pouco depois da entrada do ânus, são os portões que devem ser arrombados para a penetração, estes são projetados para impedir a entrada de corpos estranhos bem como permitir a saída dos corpos indesejáveis, portanto para o seu organismo, sexo anal é uma tortura, mas pra você, se fizer direitinho vai experimentar o clímax do tesão e do prazer. De forma que um corpo grosso causa mais dor que um outro menos expansível. Nesse caso, os amiguinhos menos bem dotados são extremamente desejáveis.
Como eu ainda não pretendo trocar meu marido por 2 de vinte (um de caralho grande e grosso, outro de rola mais fina e menos avantajado) fui obrigada a encontrar meios sutis de minimizar o sofrimento no rompimento da barreira dos esfíncteres, porque depois disso, aí é só prazer e diversão. Nesse caso o remendo saiu melhor do que se esperava, comprei um consolo de viúva, nada de caralho, mas uma rola de tamanho mediano e grossura na medida certa pra violar o meu cuzinho sem sair arrebentando (sempre achei que um caralho era um pinto grande, e rola um pinto mais minguadinho, mas isso é opinião muito pessoal). Devagarzinho, com ajuda de um gelzinho ele faz as honras da casa (nunca esqueça de vesti-lo em uma camisinha), depois que os músculos já relaxaram chega aquele que se acha o dono do pedaço, ai é só trocar a camisinha e mandar o substituto brincar no hall da frente. E lembre-se a ultima palavra é a da dona da casa, portanto regule a impetuosidade do invasor e divirta-se, um pau na frente, outro atrás, isso sim a gente pode chamar de uma boa trepada. E antes que eu me esqueça, só dedinhos não é sexo anal, é brincadeirinha, e as bichinhas que me perdoem mas, tem que ser “cabra muito macho” pra tomar uma no cu.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Sexo anal (ui!)

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Não existe pessoa mais ávida em manter um relacionamento fixo (e nisto eu conto pintos amigos, amizades coloridas, namorados) do que a mãe solteira. É muito complicado sair de casa para caçar e eu, como solteira convicta, ainda acho pior os relacionamentos consolidados, como namoros longos e casamento. Mas uma presença masculina constante para o sexozinho nosso de cada dia é fundamental.

Então, estou eu no meu terceiro encontro com o meu mais recente ficante. Ele é um docinho de pessoa, faz o estilo romântico, gosta de me levar para jantar antes de ir para casa para uma noitada. Na nossa última saída, voltando do restaurante, dei-lhe uns amassos maliciosos dentro do carro antes de descer. Fui abrir a porta de casa e ele me abraçou por trás, se esfregando todo, mordendo minha orelha até sussurrar: “Dá o seu cu pra mim hoje?”

3229264953_efe8f8c174 Pára tudo para a minha análise agora.

O tom da pessoa era quase tímido. Entre o implorando e o medo de rejeição. Minha reação é de indignação e espanto. Dois dias para comer meu cu? O que passa na cabeça destes homens de hoje? Será que eu ficar esfregando minha bunda no pinto duro dele não dá nenhuma dica? Queria saber quem foi a não-safada, a não-sem-vergonha que inventou que sexo anal é algo como um prêmio para o parceiro. Toda esta baboseira reprimiu os homens, coitados. Agora, para conseguirem um cuzinho é preciso pedir, implorar, deixar de ir ao futebol com os amigos por semanas seguidas, oferecer jóias caras. E agora nós, as adoradoras de sexo anal, temos que passar por safadas, sem vergonha, piranhas e oferecidas (no modo perjorativo dos termos).Porta Aberta

Não estou nem aí se esta criatura aprendeu que isto é um prêmio para ele. É um prêmio para mim! Sim, eu queimo a rosca, dou o botão, libero a porta dos fundos, Eu simplesmente adoro sexo anal. Mas não saio por aí oferecendo para todos os ficantes, porque, ao contrário do dito popular, não é todo homem que gosta da coisa, não. E pior, não é todo homem que sabe como fazer.

porta

Atitude de quem se reprime e não sabe o que está perdendo

Nos séculos de repressão sexual, falaram para as mulheres que sexo anal não pode, são contra as leis divinas e que dói. Claro que dói, gente! Mas até o sexo papai e mamãe dói no começo, menos pra algumas sortudas com o tal hímen complacente. Toda prática leva à perfeição. Todo cuidado é recompensado.

Meu cu é uma segunda buceta. Eu gozo com ele do mesmo jeito. E por isto, eu cuido bem dele. Como linhaça e aveia de manhã não por causa de prevenção à possíveis problemas do coração e obesidade. Faço isto para que tenha paz e tranquilidade na minha vida sexual. Vou ao proctologista uma vez por ano, da mesma forma que vou ao ginecologista e estou sempre, sempre treinando a musculatura local, junto com meus exercícios de pompoarismo.

E, se pego um parceiro que não sabe fazer, tenho mais prazer ainda em explicar, mostrar como funciona, apresentar a minha gama infinita de posibilidades, geiszinhos, creminhos, oleozinhos, plugs e consolos para este fim. Mas, em excitação total, dispenso todos os acessórios e gosto da coisa forte, com pressão e atrito. Gosto de dar o cu de quatro, de ladinho, de costas, em pé, no carro. Acho mesmo que devo ter sido gay na encarnação passada, porque sexo anal me dá um prazer louco. Mais louco ainda quando junta as duas coisas. Um consolo na buceta e um pinto no cu, ou vice-versa. Muito louco, extremamente prazeroso!

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Sexo Anal

Girafa Bem, agora que esse Blog está entrando nos eixos, acho que poderemos ensinar um pouco sobre a vida para os leitores. Tenho pedido temas mais sérios e relevantes desde que entrei aqui e parece que finalmente a coisa ficou profissional.
Mulher-corte Então, vamos começar pelo começo. O sexo anal, por mais discriminado que seja, foi o primeiro anticoncepcional do mundo. Além disso, era de grande importância para preservar a virgindade das mulheres, na época em que isso era necessário. Existe um ditado árabe (mesmo!) que diz que “Se a vagina fosse o lugar para o pênis, ele teria o formato de um peixe”.

Arte Grega Não ouso discordar da sabedoria milenar. Se acharem que é pouco, vamos à Grécia antiga, onde o sexo anal não só era socialmente recomendável como era a motivação em 7 de cada 10 trabalhos artísticos. SETE em 10!!! Gente, é muita sacanagem para um povo só!!!
Mas depois, veio uma época negra na vida sexual do mundo, algumas religiões doidonas apareceram para falar que tudo era pecado, proibiram tudo e aí virou essa caca, a gente tem que rebolar hoje em dia para conseguir explicar para as gatinhas que a coisa é boa e é normal e que tá tudo bem.


homem-corte
Sai prá lá, maluco! Quer morrer??


Mas vamos lá, não vou ficar explicando regras de higiene, a internet tá cheia de sites falando nisso. Recomendo que procurem, leiam, aprendam, mas não é meu papel aqui. O que eu vou ensinar a vocês é como convencer a gatinha de que a coisa é boa. Porque sexo anal é um direito do macho e se a safada recusa, alguma coisa você tá fazendo errado.
Claro, não vá pensando que sexo anal é só “pegar um lance mais apertado”. Homem que entra nesse raciocínio errado, acaba se machucando.
Homem pinto na porta
Homem que não sabe a diferença entre “passar por um apertado” e “passar um aperto”

Gatinha
Gatinha ganhando sexo anal de surpresa.


anal-sex-stopMulher reclama que doi. Essa é a desculpa delas, para não tentar uma coisa nova. É uma covardia natural às mulheres. Elas nasceram com esse medo, e foram treinadas pelas mães, tias e avós decrépitas que isso faz ficar vesga, que a bunda cai, e mais um monte de bobagens que só mulher acredita. Então, você tem que começar devagar, ajudando ela a se acostumar com a coisa. Tem um pequeno investimento aqui, mas ele se paga, largamente.


Treino 01-dildo
Treino 02-varios dildos
Comece comprando pra sua gatinha pré-anal um brinquedinho pra ela ir se habituando. Existem
Gel anal
vários modelos no mercado, mas se é você que vai comprar, não se atreva a entrar em uma loja!! Compre pela internet e em nome de outra pessoa (se gosta de uma boa brincadeira, faça a encomenda em nome de seu chefe. Se você conseguir pegar antes dele, beleza. Se não, a repartição vai viver um dia alegre).
Não esqueça de comprar para ela também um bom lubrificante, porque se a coisa não entrar macia, ela pode começar a fazer jogo duro com você. E nesse caso, o jogo é dela, mas o duro é você.
Uma vez que ela passe essa primeira fase (acredite, você vai se divertir, mesmo que ainda não esteja “por dentro da coisa”) e você veja que ela está indo bem, pode entrar na segunda parte do treinamento.
Nesse novo momento, você passa para um outro tipo de equipamentos, que servem para aumentar a confiança da vagaba.
Treino 03-BikeTreino 04-maquina
Como podem ver nas imagens acima, a variedade de equipamentos para amansar sua fêmea é imensa, ela vai poder se divertir muito com essa parte do treinamento. Apenas lembre-se de observar quando ela já estiver pronta para você. Alguns homens, excessivamente visuais, ficam tão absortos na fase de treinamento da mulher, que elas passam para a terceira fase e o cara sobra.
Treino 05-canhao
Evite a terceira fase, normalmente estraga as meninas.

Uma vez que ela estiver devidamente treinada, é hora de usufruir do tempo e dinheiro investidos. Para a primeira vez, é sempre conveniente leva-la para um lugarzinho mais legal, porque é a “primeira vez”, né? Embora eu entenda que o quartinho dos fundos na casa da avó é bem adequado, lembre-se que você já gastou uma grana nesse projeto, não é agora que deve ficar econômico. Mesmo porque, se a mocreia resolve berrar, fica difícil explicar pra sua avó o que está acontecendo. Larga de ser mão de vaga e leva ela para o “C Q Sabe Motel”.
Gostoso-03
Gostoso-01
Gostoso-02
Claro, como é a primeira vez dela, pode acontecer algum problema relacionado com o auto-controle dela. Vai que ela solta um punzinho! Acontece…
Nessa hora, você tem dois caminhos a seguir: Ou você leva na brincadeira e sacaneia ela tudo, com gritos de “Peidou!! Peidou!!” ou frases inteligentes como “Peidar pode, mas jogar bosta em mim não!!” Essas brincadeiras sempre trazem alegria ao ambiente.
Ou você pode fazer jogo duro e dar uma bronca nela. Nesse caso tem que ficar sério, cara de zangado mesmo e dar um esporro caprichado. É divertido também, e ela vai se esforçar muito para não vacilar de novo.
Gostosa-01
sem sexo anal








Acima, uma gatinha já treinada e pronta para o abate, e outra, imune ao sexo anal.

Uma vez acabado o serviço sujo, é hora de levar a leviana para casa. Nesse momento, ela vai ficar toda carente, e achando que apenas porque liberou o vesguinho agora é sua namorada. Evite essa armadilha! Fale que foi uma droga, que nunca pensou que seria tão ruim com ela, que com a outra foi muito melhor. Não ligue ou fale com ela na próxima semana. Ela vai ficar envergonhada e zangada, vai te dar descanso por uns dias, e se você decidir pega-la de novo, ela vai estar na necessidade de provar que é boa no serviço, o que te garante um tempinho bom.
PaunoCu
Nessa foto, um viado imbecil quase conseguindo sexo anal.

Para finalizar, quero apresentar aos que ainda não conhecem, a campanha “Acha Que Sexo Anal Doi?” Vamos fazer desse planeta um lugar melhor para viver. Una-se à campanha, treine suas pervinhas, por um mundo melhor.Acha que doi
materia sexo anal
Porta dos fundos







terça-feira, 17 de novembro de 2009

Sexo Anal

sex_a O mundo dá voltas e muito rápido. Aprendi a duras penas que as certezas duram muito pouco tempo...
Tem sempre alguém mais esperto que você e que te faz mudar seus conceitos, por mais antigos e sólidos que eles possam parecer.
Isso acontece principalmente na fase das descobertas, quando achamos que porque a nossa infância acabou, agora somos mais espertos que todo mundo.
Tive várias amigas, além de mim, que afirmavam pros quatro ventos que esse negócio de dar o @, não tá com nada, que é nojento, que deve doer demais, que isso e aquilo outro.
Eu passei um bom tempo achando que meu cu era intocável. Tive namoradas loucas pra me penetrar por trás e eu sempre respondia enfaticamente:
-Aqui não violão!
É o tal negócio...
Eu já tinha tido várias experiências com sexo anal antes. Sempre tive namoradas taradíssimas que pediam pra eu fazer nelas o serviço completo. Nunca me importei. Na verdade acho uma delícia ver uma mulher gozando-gostoso com anal.

O sexo anal tem mais melindres que os demais por causa das questões de higiene. Todos sabem que o fiofó é lotado de bactérias que podem causar infecções se entrarem em contato com a vagina e seu interior. Portanto é interessante encapar o vibrador, dildo ou o dedo com uma camisinha, e quando acabar o serviço descarta o preservativo e continua a brincadeira. Simples né?
elton_chuca Se você for penetrada na vagina depois de ter sido arrombadinha, sem tomar os devidos cuidados, pode adquirir uma infecção das bravas, que podem levar inclusive à infertilidade.
Outra coisa importante é a pré-higienização do "amiguinho". Quem nunca ouviu falar na chuca? Pois é... Se você é chegada num analzinho, mantenha sempre tudo em ordem, a não ser que queira contar pra sua namorada (de uma forma inconveniente) o que você comeu no almoço.
Apesar de ser uma coisa mega-desagradável, acho que quando você recebe um "cheque" na hora do vuco-vuco, (mesmo tendo sido um descuido da sua parceira) tente contornar a situação, porque essas coisas acontecem nas melhores famílias.
cabeludo Agora, o que eu acho imperdoável é o tal do cu cabeludo. Meu Deus, Nossa Senhora, Puta que Pariu três vezes! Pêlo na peteca já é o fim, no cu... é a própria desgraça!
Pra fazer o sexo anal, tem toda uma preparação... quando o casal tem intimidade e você sabe que lá atrás vai "tá no jeito", vale arriscar um oral completaço (leia-se: cunete). Se vocês estão se conhecendo agora e a gata te pedir pra ir com tudo, muita calma nessa hora! Nada de ir metendo a língua num rabo desconhecido... Usa um lubrificantezinho e manda ver, okay apressadinhas?
O dia que eu liberei a primeira vez, foi porque não teve jeito mesmo. Tinha um tempinho que eu estava namorando e ela era muito tarada pela minha bunda...
Toda noite ela pedia, faltava implorar. Eu já estava ficando sem graça de negar toda vez. Pensei:
-Sou uma mulher esclarecida, sei que sexo anal não é um bicho de sete cabeças... Vou tentar!
 
preparadaMe preparei, fiz todo o procedimento pra não ter surpresas desagradáveis, comprei o lubrificante, dei aquela depilada especial, arrumei as unhas, cabelo e fiquei linda. Afinal, seria uma noite especial onde o meu cuzinho seria devidamente deflorado.
Liguei pra minha namorada tarada por cus e disse que ela ia ter uma surpresa mais tarde.
Ela ficou louca, é claro.
Como era meio da semana, fizemos um programinha light: cinema e jantarzinho.
Eu confesso que fiquei um pouco tensa, porque afinal era meu cu que estava na reta! A taradinha estava muito louca pra saber qual era a surpresa e eu disse que ela ia descobrir só na hora.
Fomos pro meu apê, eu abri uma garrafa de champagne geladíssima e começou o climão. Demos um sarro muito louco, subi em cima dela, peguei um dos meu óleos perfumados e comecei a fazer uma massagem. Detalhe: eu já estava peladinha da Silva. Quando ela estava parecendo um animal enjaulado, louco pra comer a coelhinha indefesa eu mandei ela falar qual era a coisa que ela mais queria... Ui! Ela disse que queria demais me comer por trás, aquela safada. Eu disse que era todinha dela e que ela podia aproveitar e mostrei os brinquedinhos que eu tinha comprado.
lesbiankh Como eu estava sendo boba e preconceituosa! Foi uma delícia aquele negócio! Gozar com o dedo na bunda é uma coisa extraordinária. 
Gostei, fiz de novo e recomendo.
Confesso que não é uma coisa que eu goste de fazer toooooda vez. O lance tem que estar muito gostoso e eu tenho que estar com muito tesão pra querer fazer sexo anal. Só que quando eu faço, costumo achar muito bom.
Ou seja: Eu estava parecendo minha vovozinha, sendo guiada por conceitos retrógrados, achando que aqueles mitos sobre sexo anal eram verdadeiros. Deixei de aproveitar muito por causa dos meus pensamentos Waldirianos.
Pô, mulher machista é o fim da picada e eu estava sendo uma.
Se você está nessa onda de que dar o cuzinho não tá com nada, porque dói, porque dá hemorróida, porque é anti-higiênico, sai dessa.
Todo mundo que entra nessa onda, sabe por experiência própria que grande parte das afirmações que levantam sobre sexo anal, são fruto de uma crença preconceituosa de que o sexo é só para reprodução, portanto, só vaginal.
Sexo sem vergonha e com anal, já!
anal